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Feb 23, 2017 - 23:11

Autor Tópico: Audiências televisivas causam polémica  (Lida 1865 vezes)

Bruno_a_r_d

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Audiências televisivas causam polémica
« em: 06.03.2012, 05:49 »
A GfK admitiu que não está a reproduzir com fidelidade as audiências televisivas. O novo operador de medição de audiências reconheceu que o seu trabalho requer ainda afinações, sobretudo na correcta representação demográfica da população portuguesa.

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Os primeiros dados de audiências do grupo GFK arrancaram ontem oficialmente e já estão a causar nova polémica. Segundo as medições relativas ao dia 1 de Março, a RTP1, que registava na passada quinta-feira 20,8% de quota de espectadores, obteve apenas uma média de 13,9% de share. Já o Cabo e o item Outros (que não existia no anterior sistema da Marktest) teve uma média de 36,9%, quando na semana passada o Cabo atingia um share de 25,8%. A TVI registou um share de 23,9%, um valor próximo dos 24,9% da quinta-feira anterior. Já a SIC situou-se nos 21,7%, quando na semana passada tinha 24,9%.

Como tal, comparando as duas quintas-feiras, verifica-se que, entre o sistema da Marktest e o da GFK, a soma do share do Cabo e do item Outros cresceu 43,02%, enquanto a RTP1 desceu 33,17%. A TVI diminuiu o seu share em 4,02% e a SIC em 14,23%. Já na RTP2, a diferença não foi muito significativa visto que obteve uma quota de 3,2% no dia 23 de Fevereiro e no dia 1 de Março teve 3,6%.

Em declarações ao jornal “Meios&Publicidade”, Fernando Cruz, director executivo da Comissão de Análise de Estudos de Meios (CAEM), afirma que a queda dos números de quota de espectadores da RTP1 “era uma tendência já detectada na fase de testes”. E acrescenta: “Não há nenhum dado que nos permita aferir que os dados estejam incorrectos”.

Contudo, Fernando Cruz admite que se voltaram a registar alguns problemas na recolha de informação dos dados, como pessoas que viram televisão 24 horas seguidas, visionamento de canais em simultâneo ou registo de audiência de canais por cabo quando essas habitações não têm subscrição de televisão paga. “Em mil e tal lares só em dois se verificou a ocorrência de um visionamento de 24 horas seguidas. Existem pessoas acamadas, por exemplo. Seria normal que nesses casos pudessem ter o televisor ligado durante essas horas todas”, realça.

Em relação ao visionamento de canais em simultâneo, o director executivo da CAEM assegura que, nesses casos, “só um é contabilizado”. “Só é considerado aquele em que é despendido mais tempo”, explica. Já sobre a questão de terem sido medidos casas sem cabo com acesso a canais só disponíveis nesta condição, Fernando Cruz afirma: “Há quem não pague e tenha acesso ao cabo. Há instalações em edifícios, sobretudo em Lisboa, sem que as pessoas tenham subscrição desses serviços televisivos”. No entanto, estas situações “ficarão sob observação”, sublinha.

OS MAIS VISTOS DO DIA 1 DE MARÇO A liderar o top 15 com 29,3% de share encontra-se a novela “Doce Tentação” da TVI. Logo a seguir, está o “Jornal das 8” e a novela “Remédio Santo”, ambos conteúdos da estação de Queluz de Baixo. Já a SIC tem cinco programas na tabela e a RTP1 apenas dois. Há uma semana, o espaço de notícias mais visto foi o “Telejornal” da RTP1, mas no dia 1 de Março ficou atrás do “Jornal das 8” e do “Jornal da Noite”. O “Elo Mais Fraco” na semana passada foi o 10º programa mais visto mas, nesta quinta-feira, ficou na 15ª posição com um share de 12,1%.

JOGOS, GRAVAÇÕES OU CANAIS ESPANHÓIS No seu primeiro dia de medição de audiências, a GFK permitiu aferir o uso que os portugueses dão à televisão para outros fins que não o visionamento de canais em sinal aberto ou por cabo. Como tal, no dia 1 de Março, 13,1% do share destinou-se a outros usos que não os canais até aqui medidos pela Marktest.

Fernando Cruz explica que o item Outros contempla todo o uso que é dado ao aparelho de televisão que não seja o do consumo televisivo, como jogos, visionamento de gravações ou de canais por satélite espanhóis “em lares na raia da fronteira”. O novo sistema da GFK “detecta todas estas situações, uma vez que se pretende que esteja o mais próximo possível da realidade”. “São aspectos que irão ficar sob observação. Futuramente, se se repetirem e verificarmos que não se trata de um comportamento real, poderão ser retirados do painel”, finaliza Fernando Cruz.


Fonte: ionline.pt



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Audiências televisivas causam polémica
« em: 06.03.2012, 05:49 »

Warisaoo

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Re: Audiências televisivas causam polémica
« Responder #1 em: 28.01.2015, 11:02 »
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