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Dec 07, 2021 - 0:27

Autor Tópico: Entrevista a ... (Personalidade Desportiva)  (Lida 11147 vezes)

filipaopereire

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Entrevista a ... (Personalidade Desportiva)
« em: 26.12.2009, 19:55 »

Entrevista a José Mourinho
25.12.2009 - 23:32 Bruno Prata

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“Se algum dia for seleccionador direi não aos naturalizados”



Se fosse seleccionador, José Mourinho não convocaria nenhum naturalizado

José Mourinho já disse mais do que uma vez que, na parte final da sua carreira de treinador, gostaria de ser seleccionador de Portugal. Enquanto esse tempo não chega, o técnico vai estando atento ao percurso da equipa nacional.

Como viu a carreira de Portugal no apuramento para o Mundial 2010? Chegou a desacreditar?

Portugal qualificou-se e ponto final! O objectivo foi conseguido.Tenho de dar os parabéns a todos quantos contribuíram para ele ser alcançado. Foi menos fácil do que se esperava? Sim, é certo, foi um sufoco inesperado, mas qualificou-se.

Concorda com a utilização de jogadores naturalizados?

Não sou ninguém para concordar ou discordar, porque quem está nos centros de decisão é que tem legitimidade total para decidir. Mas se algum dia for seleccionador, direi não aos naturalizados.

O que Portugal pode ambicionar na África do Sul?

Pode ambicionar tudo, porque tem potencial. Mas as dificuldades estão ali e não chegarmos à fase terminal da prova não pode ser visto como um fracasso. Há selecções com maior potencial. Deixemos o seleccionador e os jogadores trabalharem sem pressões e eles farão o melhor possível.

Quem vai ganhar e quem pode ser surpresa no Mundial?

Surpresa? Não sei... Uma equipa africana chegar aos “quartos”, a uma meia-final? Quem vai ganhar? Os mesmos de sempre que ganham ou cheiram os títulos... Mais a Espanha de Xavi e Iniesta.


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“Parece-me lógico que os adeptos do FC Porto tenham amor por mim”


FC Porto foi feliz entre os "dragões"

José Mourinho conquistou quase tudo o que tinha para conquistar ao serviço do FC Porto. Mas a sua saída do clube não aconteceu da melhor forma. O técnico comenta a relação que existe si e os adeptos do FC Porto.

Como estão as suas relações com Pinto da Costa? Ainda hoje, os adeptos do FC Porto parecem manter consigo uma relação de amor e ódio...

Diz-me que os adeptos do FCPorto têm amor por mim. Parece-me lógico, pois fui o treinador que chegou com a equipa em crise e que, em dois anos e meio, ganhou a Taça Uefa, a Champions, dois campeonatos, uma Taça de Portugal e uma Supertaça. Parece-me, portanto, normal que gostem de mim. Quanto ao ódio... Só se queriam que eu ganhasse também a Taça Intercontinental. Mas isso era fácil, bastava ganhar a uns colombianos e o FC Porto fê-lo sem mim. Por isso, não vejo razão para me odiarem. Quanto ao presidente... um grande presidente!

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“O Inter joga mal? Em Inglaterra há quem jogue bem e não ganhe nadinha”


José Mourinho defende a forma de jogar da sua equipa

Mourinho não gosta ouvir e ler que os espectáculos futebolísticos proporcionados pelo Inter de Milão deixam algo a desejar. Contrapõe com as vitórias e os golos obtidos pela sua equipa e dá o exemplo de Inglaterra, onde há quem jogue bem e não ganhe “nadinha”. Sobre Quaresma, garante que ele acabará por se impor no Inter de Milão.

Não teme vir a ficar conhecido como um bom treinador que ganha mas que não dá espectáculo?

O Inter, como todas as minhas equipas, ganha mais vezes que os outros, marca mais golos, sofre menos golos, ganha mais títulos, por vezes até goleia e constrói resultados incríveis como, por exemplo, este ano, as vitórias por quatro e cinco a zero sobre o AC Milan e o Genova. Joga mal? Olhe para Inglaterra, onde há equipas que jogam muito bem e não ganham nadinha há já uns anitos.

Porque não se conseguiu impôr Quaresma? Vai sair em Dezembro?

Quaresma não se impôs do mesmo modo que não se impuseram Diego, Filipe Melo, Huntelaar, Julio Baptista e tantos outros. O futebol italiano não é fácil, principalmente para jogadores ofensivos. É necessário ter forte mentalidade para aguentar a adaptação e o tempo que esta exige. Mas o Quaresma vai conseguir, estou seguro disso.

Concorda que o Inter começa a ser demasido dependente de poder contar ou não com Sneijder?

Dependente de Sjneider? Sem dúvida! É um jogador com um perfil único neste plantel. Sem ele, somos obrigatoriamente diferentes. É curioso verificar que um jogador super-nuclear para nós tenha sido um dispensado do Real Madrid...

Como tem observado o campeonato português?

Vejo pouco, apenas uns joguinhos, um ou outro resumo, vejo os resultados...

Há jogadores na Liga portuguesa que podem chegar aos clubes europeus de top? Quais? Quais gostaria de contratar?

Portugal produz sempre bons jogadores e consegue sempre chegar a mercados acessíveis e a jogadores que, depois, se tornam muito apetecíveis para os campeonatos onde há dinheiro. Portugal será sempre fonte de interesse para nós. Mas não falo em nomes.

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"Dois anos no FC Porto habituaram-me mal"


José Mourinho é criticado em Itália apesar dos bons resultados

José Mourinho deu uma entrevista ao PÚBLICO onde fala dos dias conturbados que vive em Itália, mas também da sua opinião sobre jogadores naturalizados na selecção portuguesa ou da relação que muitos adeptos do FC Porto mantêm com ele.

“Dou o peito às balas e sempre darei. Nasci assim no futebol e vou morrer assim. Mas também lhe confesso que sabe bem, de vez em quando, ver aparecer alguém com um colete à prova de balas! Dois anos no FC Porto habituaram-me mal...”. A frase é de José Mourinho e faz parte desta entrevista, que o técnico do Inter de Milão concedeu ao PÚBLICO por e-mail. O mote principal foram as críticas de que Mourinho tem sido alvo nos últimos tempos na imprensa italiana, que ainda há dias o acusava de ter insultado e agredido um jornalista. Mourinho explicou o incidente, pediu desculpa, mas garante que o seu comportamento tem sempre um objectivo: “A defesa dos interesses do meu clube, sem nunca me preocupar com o que dele resulta para a minha imagem”. De resto, desvaloriza as informações de que a sua continuidade à frente do campeão italiano estará dependente da conquista da Liga dos Campeões. “O meu lugar está sempre em perigo, porque treino sempre clubes que muitos querem treinar...”.

Foi acusado de ter agredido “verbal e fisicamente” o jornalista Andrea Ramazzotti, do Corriere dello Sport, no final do jogo do Inter de Milão com a Atalanta, em Bergamo (que viu das bancadas por estar castigado). O que aconteceu?

Já referi o que se passou. E o que se passou foi consequência de um processo. Mas explico de novo. Há meses que digo no clube que não quero ver junto à porta do nosso autocarro um jornalista que espera a chegada dos nossos jogadores. Este deve ser um espaço reservado, até porque, depois de um jogo, com as emoções dele resultantes, pode dizer-se qualquer coisa... Depois dos jogos, os jornalistas têm o seu espaço para trabalhar, na sala de imprensa, na zona mista... Por isso, disse que não o queria ali e disse-o também ao senhor jornalista, porque era sempre o mesmo, várias vezes. Mas, pela milésima vez, em vez de lhe dizer ‘que faz o senhor aqui?’, disse ‘que faz aqui este fdp...?’. Não houve nem agressão física nem sequer tentativa de agressão. Já admiti que errei e que não devia ter dito o que disse, mas apesar disso, para mim foi uma coisa “simples” e facilmente solucionável por dois homens. Desde que, claro, nenhum deles quisesse transformá-la num facto de dimensão mundial.

A Associação de Jornalistas Italianos pediu que o presidente do Inter e a federação italiana tomassem “medidas enérgicas” contra si. Moratti sublinhou que a situação não lhe agradava, mas que pretendia primeiro perceber o que queriam dizer com “medidas enérgicas”. Como entendeu esta declaração do presidente do seu clube?

Digo sempre e repito: presidente é presidente e pode fazer o que quiser e dizer o que entender. Eu não sou ninguém para comentar os seus actos e declarações.

Mesmo que isso não seja uma novidade na sua carreira, o que é que explica tantos problemas com os jornalistas? Sente-se perseguido? Não acha que isso também resulta do seu comportamento?

O meu comportamento tem sempre um objectivo — a defesa dos interesses do meu clube, sem nunca me preocupar com o que dele resulta para a minha imagem. Será um defeito ou uma virtude? Pergunte a quem trabalhou comigo no passado.

O La Stampa escreveu o seguinte sobre si: “Quatro expulsões num ano confirmam a alcunha de Special One: nenhum técnico em Itália o tinha conseguido”... Há má vontade dos árbitros contra si ou você é que estava mal habituado?

Quatro expulsões? Olho para o banco do lado e vejo comportamentos que não são sequer comparáveis aos meus. Chamo é a sua atenção para este facto: na prática, sou o único treinador estrangeiro a trabalhar na Série A, porque Leonardo será mais italiano que brasileiro, dado pertencer a um núcleo deste futebol, quer pelos anos em que nele está inserido e também por ter trabalhado na imprensa italiana bastante tempo. É vida difícil, sim senhor...

Antes, tinha sido o Corriere dello Sport a garantir que o seu lugar estaria em perigo se não tivesse ganho ao Rubin Kazan e tivesse falhado o apuramento para os oitavos-de-final da Liga dos Campeões. Sentiu isso?

O meu lugar está sempre em perigo, porque treino sempre clubes que muitos querem treinar, porque deixo sempre equipas montadas para anos futuros, porque deixo sempre condições de trabalho e estruturais óptimas para quem chega de novo. Mas se o meu lugar está em perigo depois de ter vencido o campeonato, estar novamente a liderá-lo e me ter qualificado para a Champions... imagine como estarão os lugares daqueles que ciclicamente falham objectivos.

Depois de ter sido acusado de arrogante, há agora quem diga que parece mais um homem amargurado... Isso foi também escrito em Portugal depois de você ter afirmado o seguinte a um jornalista da RTP: “Até me espanta ver cá uma televisão portuguesa, só cá vieram porque vos cheirava a esturro e cheirava-vos à possibilidade de sangue, mas o Inter continua na Liga dos Campeões”. Fica a ideia de que sente acossado e vê inimigos em todo o lado...

Não estou nada amargurado, não me sinto acossado nem vejo inimigos em todo o lado. Mas não é verdade o que eu disse? Ouça os comentários feitos aos jogos do Inter...

O Inter recorreu recentemente ao “black out”. Foi uma decisão sua ou dos responsáveis do clube?

Isso foi antes da nossa ida a Turim. Limitámo-nos a contribuir para que o jogo decorresse com total tranquilidade

No La Repubblica podia ler-se, nos últimos dias, o seguinte título: “Mourinho e L’ Itália, amore finito”. É mesmo assim?

Amore finito? Olhe, em primeiro lugar quero dizer-lhe que o meu amor pela profissão de treinador não acabará nunca. Em segundo perguntar como pode ter acabado o amor com a Itália se nunca houve amor com ela? Finalmente, digo-lhe que gosto de trabalhar aqui, que gosto dos interistas, que gosto das coisas difíceis. Por isso, estou bem.

Mas, a La Gazzetta dello Sport publicou um artigo a sugerir que você, com os últimos comportamentos, é que está a forçar de propósito a saída do Inter. A justificação, podia ainda ler-se, era que teria de pagar uma indemnização de seis milhões de euros no caso de uma rescisão unilateral. É verdade?

O clube e eu assinámos um contrato muito objectivo. Até 2012, porque queremos trabalhar juntos. Mas com uma cláusula de rescisão que o Inter me pagará caso deseje a minha saída e uma outra que eu pagarei ao Inter caso deseje sair... Tudo muito fácil e objectivo. Connosco nunca sucederá uma história interminável como sucedeu no passado com outros. Homens honestos, contratos honestos, objectividade!

No final de um jogo, você parecia saber menos da lesão de um seu jogador que o próprio jornalista. O Inter tem uma estrutura e uma organização deficientes?

O Inter tem um médico excelente que, para além de médico, é um amigo. Ele cresceu numa cultura de trabalho diferente da minha e está agora a adaptar-se a ela. Tudo bem... Com os problemas cresce-se! Eu concebo assim a maturação e funcionalidade de uma estrutura.

Tal como no Chelsea, é sempre você a dar o peito às balas. Preferia ter a rodeá-lo dirigentes com uma cultura desportiva mais belicista?

Dou o peito às balas e sempre o darei. Nasci assim no futebol e vou morrer assim. Mas também lhe confesso que sabe bem, de vez em quando, ver aparecer alguém com um colete à prova de balas! Dois anos no FC Porto habituaram-me mal...

Concordou com a troca de Ibrahimovic por Eto’o?

Não há um treinador que queira perder “Ibra” e eu não fujo a essa regra lógica, mas Eto’o é um grande jogador e agarrei-me a ele e a Milito para construir esta equipa sem “Ibra”. E a verdade é que somos líderes e continuamos na Champions.

Em Espanha, Santiago Segurola, na Marca, escreveu que o melhor que aconteceu ao Barcelona foi Juan Laporta ter escolhido Guardiola em vez de Mourinho...

Estou totalmente de acordo com Segurola. Pep está muito adaptado ao “Barça” e à sua cultura. É seguramente o melhor treinador para o “Barça” e, como disse a ele pessoalmente, espero que seja treinador do “Barça” para sempre.

Consegue antecipar as emoções que vai sentir quando voltar a entrar, em Fevereiro, no estádio do Chelsea? E acredita que vai ser bem recebido?

Vou regressar a Stamford Bridge antes da eliminatória da Champions para ver um jogo e, sobretudo, porque não quero regressar pela primeira vez àquele estádio para jogar. Nesse dia, quero estar “frio”, mas sei que não vai ser fácil. Foi uma história bonita demais... Sim, não posso esquecer que vou jogar contra os meus amigos.

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As perguntas a que José Mourinho não respondeu


José Mourinho ficou em silêncio em algumas questões

Pedida há vários meses, a entrevista a José Mourinho foi efectuada por e-mail por vontade do próprio treinador. Apesar de Mourinho não ter colocado antecipadamente quaisquer condicionantes aos temas a abordar, o técnico português optou por não responder a algumas das questões colocadas.

Entre elas, destacam-se as que o confrontavam sobre as notícias, publicadas em Itália, sobre um eventual mau relacionamento com o presidente Massimo Moratti. A propósito disso, uma fonte próxima do Mourinho disse posteriormente ao PÚBLICO que as relações entre o presidente e o treinador “são perfeitamente normais, nem quentes nem frias”. “O Moratti tem a sua forma de estar e de pensar o clube, o Zé tem outra, mas conversam com regularidade, entendem-se e gradualmente a filosofia do clube vai-se adaptando”, acrescentou ainda a referida fonte. Mourinho preferiu também não comentar a afirmação de Moratti, segundo o qual o Inter não irá aproveitar a reabertura do mercado em Janeiro para se reforçar. Mourinho, confirmou o PÚBLICO, continuará convicto de que pode ser contratado alguém para, pelo menos, “colmatar a ausência de Eto’o” durante a Taça das Nacões Africanas. Mourinho optou ainda, por exemplo, por não responder se é verdade que esteve próximo de se tornar treinador tanto do Barcelona como do Real Madrid e se preferiria Messi ou Cristiano Ronaldo para a sua equipa, caso lhe dessem a escolher. E também preferiu não responder à pergunta se está arrependido de ter escolhido Itália para trabalhar.

 CUMPS FILIPAO ;)

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Bruno_a_r_d

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Re: Entrevista a ... (Personalidade Desportiva)
« Responder #1 em: 26.12.2009, 21:52 »
Concordo em pleno com a 2º Citação!



paiva25

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Re: Entrevista a ... (Personalidade Desportiva)
« Responder #2 em: 27.12.2009, 09:23 »
adoro este homem pois ele nao brinca em servico grande treinador e frontal

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Re: Entrevista a ... (Personalidade Desportiva)
« Responder #2 em: 27.12.2009, 09:23 »

Jose Luis Pires

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Re: Entrevista a ... (Personalidade Desportiva)
« Responder #3 em: 27.12.2009, 12:06 »
mourinho vem depressa limpar esta selecçao.
Se não fosse do Benfica a minha vida não fazia sentido.

Bruno_a_r_d

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Re: Entrevista a ... (Personalidade Desportiva)
« Responder #4 em: 27.12.2009, 14:25 »
adoro este homem pois ele nao brinca em servico grande treinador e frontal

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Leão Verde

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Re: Entrevista a ... (Personalidade Desportiva)
« Responder #5 em: 27.12.2009, 16:33 »
mourinho vem depressa limpar esta selecçao.

Vem depressa "limpar" esta selecção?!  ???

Não gosta de naturalizados?!  ???

Tudo bem, até aceito... o que não percebo é como há PORTUGUESES que defendem estas opções...

Já se esqueceram quantos pontos nos deu o Liedson? E o Pepe? Se não fossem eles, a selecção portuguesa ia ver o Mundial em casa, pela televisão...

Como disse noutro tópico, há malucos para todos os gostos...

Volta Scolari, estás perdoado... E o burro sou eu?

Cumps!

paiva25

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Re: Entrevista a ... (Personalidade Desportiva)
« Responder #6 em: 27.12.2009, 17:39 »
ha crise em portugal por causa dessas coisas o produto portugues e o melhor. quanto a pepe e ao liedson sao bons mas ainda nao deram nada a portugal nos e que estamos a dar projecao a eles no mundo do futebol

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Re: Entrevista a ... (Personalidade Desportiva)
« Responder #6 em: 27.12.2009, 17:39 »
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joao_23

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Re: Entrevista a ... (Personalidade Desportiva)
« Responder #7 em: 27.12.2009, 17:56 »
Não tenho nada contra os naturalizados, mas a verdade é que não consigo sentir a mesma paixão ao comemorar um golo do liedson na selecção!!! E sou sportinguista....

Leão Verde

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Re: Entrevista a ... (Personalidade Desportiva)
« Responder #8 em: 27.12.2009, 19:19 »
ha crise em portugal por causa dessas coisas o produto portugues e o melhor. quanto a pepe e ao liedson sao bons mas ainda nao deram nada a portugal nos e que estamos a dar projecao a eles no mundo do futebol

Liedson e Pepe ainda não deram nada à selecção?!  ???

Um "bilhete" para o Campeonato do Mundo achas pouco... Eu não!

filipaopereire

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Re: Entrevista a ... (Personalidade Desportiva)
« Responder #9 em: 31.12.2009, 17:29 »

Entrevista a Cristiano Ronaldo
29.12.2009 - Pedro Miguel Silva (tradução do jornal a Marca)

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“Voltar a ser o melhor”

No penúltimo dia do ano, Cristiano Ronaldo concedeu uma extensa entrevista ao jornal espanhol "Marca", falando após a complicada lesão que sofreu ao serviço do Real Madrid. Ao longo de quatro páginas, o internacional português revela o seu desejo de "voltar a ganhar a Bola de Ouro" e a ambição de ser "o melhor jogador da história do futebol". "Graças a Deus, já conquistei o troféu de melhor jogador do Mundo, mas espero vir a ganhá-lo novamente. Este ano ou no próximo, embora não seja uma obsessão", afirmou o CR9, que preenche toda a capa da edição de ontem do conhecido diário desportivo.

Cristiano Ronaldo recorda os momentos que viveu aquando da sua apresentação e confessou que não fazia ideia de o Real Madrid ter "tantos adeptos". "O Manchester United nem sequer é comparável nesse aspecto", acrescentou. Afirmou que lida bem com a pressão, "pois dá mais responsabilidade", e confidenciou que "sempre quis jogar" no "melhor clube do mundo". "Sinto-me realizado quando visto a camisola branca", aludiu.

O internacional português afirmou estar totalmente recuperado da lesão, "para o que muito contribuiu o corpo médico do Real Madrid", e admitiu "alguma preocupação" com a recaída que teve ao serviço da Selecção Nacional. No entanto, adiantou que não terá de ser operado ao tornozelo, pois, no seu entender, este está "perfeito".

Considera ainda Kaká um "fenómeno" e "indispensável" à equipa e descreve Raúl como um "exemplo" para ele, tal como Guti e Casillas, jogadores que o receberam de braços abertos.

Disse ainda estar "encantado" com o facto de o técnico Pellegrini lhe dar "mais liberdade para jogar na frente", posição em que se destacou no Manchester United ao apontar 42 golos numa época. Considera-se "um jogador completo", mas com margem para melhorar, e não deixa de elogiar o actual treinador merengue. "Impressionou-me muito. Está sempre motivado e tem ideias muito claras. Estou certo de que ajudará o Real a conquistar títulos", frisou, comparando-o com o seu anterior treinador no Manchester United. "O Alex Ferguson tem muita experiência e ganhou quase tudo. Como pessoa, é fenomenal e é impressionante como vive o futebol. Tem uma alegria e uma ambição difíceis de superar." O jogador defende também que, em Espanha, "há mais protecção aos criativos" do que em Inglaterra, pois os árbitros "apitam mais as faltas".

Refira-se que a "Marca" inclui ainda uma infografia em que analisa os números do CR9, num trabalho em que o português surge como principal arma do Real no ataque à hegemonia do Barcelona. E não é tudo, pois a segunda parte desta entrevista, na qual Ronaldo falará sobre o futuro, será publicada na edição de hoje do jornal.

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"Noite madrilena? Ainda não conheço muito bem..."

Cristiano Ronaldo acedeu também a comentar, ao jornal "Marca", assuntos do foro pessoal, confessando que não conhece ainda muito bem o Jardim do Retiro nem a noite madrilena. "Uma pessoa que sai não rende o máximo em campo. Tento ser um profissional exemplar e demonstrar isso com boas actuações. Ninguém me pode apontar nada. Não conheço esses sítios de diversão nocturna [Buddha e Pacha], mas espero vir a conhecê-los", gracejou. Ronaldo diz que se identifica com os espanhóis, pois "são parecidos com os portugueses", e diz que a mãe e as irmãs "adoram a cidade", onde aproveitam para "comprar roupa". Confessou a sua admiração pela actriz espanhola Penélope Cruz, assim como pela apresentadora Sara Carbonero. Ouve música de Alessandro Sanz e Chambão, frequenta o restaurante Errechu e Txistu, e confessa não gostar de touradas.

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Atleta mais rendível de sempre

O Real Madrid não se pode queixar da falta de retorno financeiro relativamente aos 94 milhões de euros despendidos em Cristiano Ronaldo. De acordo com o diário "AS", o internacional português é o jogador mais rendível da história do clube merengue, podendo gerar até 80 milhões de euros por ano em receitas publicitárias, destronando David Beckham como ícone do mundo do futebol. De acordo com especialistas, Ronaldo poderá ganhar até 200 milhões de euros em contratos publicitários nos próximos anos. As receitas são partilhadas com o Real Madrid e, em certos casos, com a Gestifute, sociedade liderada por Jorge Mendes e que gere a sua carreira. Só o outro Ronaldo, o Fenómeno, gerou receitas de publicidade e vendas de camisolas próximas das do astro luso.


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Segundo da década

Não é só no Real Madrid que Cristiano Ronaldo faz história. Também no Manchester United, seu anterior clube, o internacional português é recordado com saudade ao ser considerado o segundo melhor jogador da década dos red devils, atrás, seguramente, de Ryan Giggs (o primeiro lugar será divulgado hoje). O artigo alusivo a Ronaldo, divulgado no sítio do clube, tece-lhe elogios: "Bate todos os que vestiram esta camisola em habilidade pura. De Cantona a George Best, nenhum jogador entusiasmou tanto os fãs do United."


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